A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO RESULTA EM CONDENAÇÃO ETERNA
“Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore.” (I Jo 5.16)
O texto que nos serve de base faz alusão aos resultados imediatos e vindouros de tal pecado. Tal pecado, disse Jesus, nunca seria perdoado, nem neste mundo nem no porvir. Quem o comete é réu de pecado eterno (Marcos 3.29; cf. Mateus 12.22-32).
Este pecado leva o homem a estado incorrigível de embotamento moral e espiritual, porque pecou voluntariamente contra a sua própria consciência.
Na linguagem de João, este pecado é para a morte, ou seja, separação final da alma e Deus (I João 5.16), que é segunda morte, reservada para aqueles cujos nomes não estão inscritos “no livro da vida” (Apocalipse 20.15; 21.8).
Não blasfêmia contra o Espírito Santo. Primeiro não há provas de que os gnósticos blasfemassem das operações de poderes. João combate “irmãos” assassinos. O assassinato. Por estes não deve orar, mas devem sofrer suas conaeqüências. Pecado para morte, não banimento etetno.
Ouvi atentamente, Agradeço Pastor Elias.