Evangelizando os grupos religiosos

Linhas gerais

  1. Dentro de nossa sociedade existe um conjunto de grupos não alcançados que recebe pouca ou nenhuma atenção em termos de Evangelismo, Missões e Intercessão. Denominaremos esse conjunto de GREI (Grupos Religiosos Específicos e Ideologias)
  2. Esses grupos se diluem dentro de nossa sociedade, constituindo verdadeiras fronteiras ideológicas isoladas, onde a mensagem do Evangelho encontra resistência mais ou menos intensa.
  3. Alguns desses grupos, individualmente não constituem um percentual expressivo da população. Todavia, somando-se apenas alguns deles tornam-se quantitativamente relevantes, justificando esforços no sentido de alcançá-los para o Evangelho.
  4. Esses grupos, devido às suas doutrinas e práticas peculiares, somente poderão ser alcançados pela mensagem do Evangelho, através de esforços, estratégias e argumentos devidamente elaborados para eles. Do contrário, permanecerão alheios à mensagem salvadora.
  5. Essas estratégias e argumentos precisam ser aplicados dentro de práticas missionárias, evangelísticas e intercessórias para se tornarem eficazes. Para isso é necessário o uso da apologética, devidamente aplicada a cada grupo específico
  6. Para efetivar essas ações é necessário treinar, enviar e motivar pessoas, que a ela se dedicarão de forma focada e constante.

 

Definindo grupos religiosos e ideológicos

São grupos religiosos de qualquer segmento (islâmico, cristão, budista, etc) ou ideologias (ateísmo, marxismo) que se chocam com as verdades reveladas da Bíblia.

 

Definindo evangelização de grupos religiosos

É o processo através do qual procuramos levar pessoas ligadas aos grupos religiosos a conhecer e aceitar as verdades do Evangelho. Neste caso específico torna-se necessário contrapor de modo estratégico e sistemático as verdades cristãs e as crenças do grupo que estamos evangelizando.

Evangelização de grupos religiosos não é debate, não é ataque, não é combate. É o uso de todos os meios bíblicos e legítimos para levar os homens a Cristo.

 

Estratégia: INFORMAÇÃO, ORAÇÃO, TREINAMENTO, AÇÃO

Podemos resumir a estratégia geral do evangelismo de grupos religiosos em quatro aspectos.

  1. INFORMAÇÃO

O primeiro ponto básico de qualquer ação é a informação. Como neemias seremos sempre movidos pelas coisas que sabemos. Há uma série de perguntas básicas que precisamos fazer no intuito de evangelizar grupos religiosos:

 

  1. ORAÇÃO

Somente com a graça e o poder de Deus podemos ser instrumentos eficazes nessa tarefa. A argumentação é apenas parte da estratégia. Levar essas pessoas a conhecerem a verdade não é apenas uma questão intelectual, mas principalmente espiritual. Não bastam argumentos e debates para convencê-las. É necessário um poderoso mover de Deus. E é isso que a oração faz. Dificilmente ou talvez nunca se faz orações por esses grupos. Eles têm sido negligenciados na intercessão, tanto quanto na evangelização.

 

  1. TREINAMENTO

Nada é tão fácil que não precisemos ser treinados para fazê-lo. Nada é tão difícil que não possamos fazer após treinamento. Muitas pessoas dizem que é difícil evangelizar esses grupos. Só é difícil porque nunca foram treinados. Os primeiros evangélicos no Brasil eram treinados, mesmo que de modo informal, para evangelizar os católicos. E esse evangelismo apologético e específico foi bastante eficaz. O resultado está aí.

 

  1. AÇÃO

Intenção menos ação é igual a nada. É preciso por em prática os conhecimentos absorvidos. É preciso fazer contato com indivíduos dos grupos religiosos e fazer ações no sentido de alcança-los para Cristo. Para grupos específicos, ações específicas. É preciso criar métodos de evangelização apropriados para cada grupo.

 

Atitudes gerais na evangelização de grupos religiosos

 

Caraterísticas gerais para se tornar um evangelista de grupos religiosos

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