A palavra “hermafrodita” deriva da junção dos nomes do deus grego Hermes e da deusa grega Afrodite. Hoje, referem-se ao hermafroditismo apropriadamente como “intersexo” ou como um “distúrbio de desenvolvimento sexual” (DDS). Não importa o termo utilizado, a confusão predomina em como responder a esse distúrbio.
Primeiro, intersexo se refere à rara condição de indivíduos que nasceram com órgãos reprodutores e glândulas sexuais masculinos e femininos, e, em raríssimos casos, com cromossomos XX e XY. O tratamento médico envolve a “designação” de gênero cirúrgica e hormonal, que deve ser feita com base em todos os fatores relevante (ex.: cromossômico, neural, psicológico, comportamental e a aparência). Se houver uma certeza razoável de que ocorreu um erro médico na designação do género, não seriam considerados redesignação além dos limites bíblicos. Assim como o tratamento de diversos distúrbios raros, a designação de género é complexa e sujeita a erros humanos; por isso, é fundamental procurar o mais competente conselho bíblico e médico.
Ter nascido com anomalias genéticas, psicológicas ou hormonais não é mais licença para o pecado sexual, do que nascer com tendências violentas é licença para violência. Portanto, se uma atração pelo mesmo sexo se desenvolve, o celibato e ficar solteiro, em oposição à licenciosidade, é a resposta apropriada.
Além disso, ter nascido com anomalias genéticas, psicológicas ou hormonais não é mais licença para o pecado sexual do que nascer com tendências violentas é licença para violência. Portanto, se uma atração pelo mesmo sexo se desenvolve, o celibato e ficar solteiro, em oposição à licenciosidade, é a resposta apropriada (1Coríntios 7.8). Na verdade, ninguém que sofra de confusão de sexo deveria se casar, até que a confusão fosse biblicamente resolvida. Embora isso pareça severo, não é diferente da necessidade de todos os crentes de morrer para o pecado e viver para a justiça pelo poder de Cristo, com a ajuda do Espírito Santo (Romanos 6).
Finalmente, é essencial reconhecer que todas as enfermidades, doenças, deformações, deteriorações e morte resultam da Queda. Embora o pecado, o sofrimento e a doença sejam realidade no presente, temos a promessa garantida de que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Romanos 8.28).
E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (João 9.1-3).
Pr. Hank Hanegraaff