Bruna Surfistinha se declara umbandista

‘No terreiro, nunca me trataram como Bruna Surfistinha’, diz Raquel Pacheco

Em 2013, Raquel Pacheco, que ficou conhecida como Bruna Surfistinha ao relatar sua vida de garota de programa, foi batizada na Umbanda. Filha de santo e médium da Casa de São Lázaro, na zona sul de São Paulo, ela diz ter deixado preconceitos de lado e ter se encontrado na religião afro-brasileira.

Foi no terreiro que teve alento quando descobriu a morte do pai em 2011, com quem não falava desde que saíra de casa, deixando para trás a vida de garota classe média.

Diz Surfistinha:

Eu me sinto muito mais forte. Cuido de mim espiritualmente. Não tenho vergonha nem medo de me assumir como umbandista. Tem gente que olha feio, outros são curiosos. Sei que o preconceito é muito grande, mas eu enfrento. Não é a primeira vez. A Umbanda e a Casa de São Lázaro são minha fé, conforto e força espiritual. Sou grata ao pai Alexandre por me permitir fazer parte da corrente de médiuns e por ser meu mestre.

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Por que Deus condena a umbanda?

“Não haja em teu meio nem adivinhador, nem agoureiro, nem magos…nem quem consulte aos mortos. O Senhor abomina aquele que faz estas coisas” (Deuteronômio 18.10-12)

“Pois os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma. Não têm jamais recompensa mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento. O seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram. Já não têm parte em coisa alguma que se faz embaixo do sol (Eclesiastes 9.5,6)

“É não é de admirar, pois o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz” (2 Coríntios 11,14)

”Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé dando ouvidos a espíritos enganadores e ensinos de demônios” (1 Timóteo 4.1)

“Porém Abraão lhe disse: Se eles não dão ouvido a Moisés e aos Profetas (a Palavra de Deus), tão pouco eles acreditarão, ainda que algum dos mortos volte a vida” (Lucas 16.31)

“Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hebreus 9.27)

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Adaptado do site da Folha em 16/02/2016

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