A reencarnação é a doutrina central do espiritismo. Allan Kardec chega a ponto de afirmar ser ela um dogma do espiritismo. A palavra reencarnação é formada do prefixo re (repetir) e do verbo encarnar (tomar corpo). O sentido etimológico é tornar a tomar corpo. Kardec define então esse ensino da seguinte forma: A reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo, especialmente formado para ela e que nada tem de comum com o antigo (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 561. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985). (Destaques nossos). Quando Kardec estabelece a volta da alma a outro corpo, com isso, difere da palavra ressurreição, que significa a volta da alma ou espírito ao próprio corpo. Ressurreição é uma doutrina bíblica ensinada por Jesus e os evangelhos apresentam vários exemplos de pessoas ressuscitadas por Jesus, cujo espírito retornou ao próprio corpo. Mas ele (Jesus), pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina. E o seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que lhe dessem de comer (Lc 8.54-55). Ressuscitar significa, pois, tornar a levantar-se, e, a reencarnação é doutrina antibíblica ensinada pelo hinduísmo e, posteriormente, ensinada por Kardec, com pequenas diferenças. Enquanto Kardec admite o retorno da alma a outro corpo que pode ser de sexo diferente, o hinduísmo ensina a metempsicose, que é o retorno do espírito aos irracionais. Diz ele: A pluralidade das existências segundo o espiritismo, difere essencialmente da metempsicose, em não admitir aquele a encarnação da alma humana nos corpos dos animais, mesmo como castigo. Os espíritos ensinam que a alma não retrograda, mas progride sempre (“O Que É o Espiritismo”, p. 85. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Quer Kardec justificar a reencarnação com a Bíblia, afirmando que:
O princípio da reencarnação ressalta, aliás, de muitas passagens das Escrituras, encontrando-se especialmente formulado, de maneira explícita, no Evangelho (“O Livro dos Espíritos”, p. 96. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Aponta como prova a história de João Batista como sendo a reencarnação de Elias; o diálogo entre Jesus e Nicodemos, quando Jesus afirmou a necessidade do novo nascimento e de outras passagens bíblicas.
Mt 11.14 – Era João Batista o Elias reencarnado?
Se, portanto, segundo a crença deles, João Batista era Elias… (“O Evangelho Segundo o Espiritismo” – Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Resposta Apologética:
João Batista era Elias, não reencarnado, mas profético, isto é, tinha as características e missão semelhantes.
- a) Se Elias reencarnou, como se explica que não tenha desencarnado? Foi ele elevado ao céu num redemoinho, sem provar a morte (2 Reis 2.11);
- b) Se Elias tivesse reencarnado, na Transfiguração, descrita em Mateus 17.1-6, quem deveria ter aparecido seria João Batista. Este já havia sido morto por Herodes e ele então deveria ter aparecido e não Elias, pois conforme estabelece a doutrina da reencarnação, quando o espírito se encarna toma sempre a forma da última existência.
- c) Traços de identidade de ministérios:
- Aparecimento de Elias descrito em 1 Reis 17.1 se assemelha ao aparecimento de João Batista como descrito em Mateus 3.1;
- Elias repreendeu o rei Acabe, casado com Jezabel, mulher idólatra e ímpia (1 Reis 18.17-18), e João Batista repreendeu o rei Herodes por viver com a mulher de seu irmão (Mateus 14.3-4);
- Elias foi perseguido por Jezabel (1 Reis 19.2-3) e João Batista foi perseguido por Herodias, mulher de Herodes (Mateus 14.6-8);
- João Batista, interrogado, respondeu claramente que não era Elias (João1. 21);
- Em Mateus 11.13, Jesus disse: Todos os profetas e a eles acrescenta João, logo Elias e João não são os mesmos.
O Novo Nascimento de Jo 3.1-7
Se o homem não renasce da água e do espírito, ou em água e em espírito, significa, pois: Se o homem não renasce com seu corpo e sua alma (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 561. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Resposta Apologética:
A palavra nascer de novo (do grego anothen, significa nascer do alto). Fala Jesus da regeneração que é a mudança das disposições íntimas da alma, estando no mesmo corpo e não do retorno do espírito a outro corpo. Os escritores bíblicos interpretam a palavra água como sinônimo da palavra de Deus: Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre (1 Pe 1.23). Nicodemos perguntou: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Depois concluiu Jesus: O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O novo nascimento é, como dissemos, a regeneração, e esta ocorre quando se ouve o Evangelho de Jesus Cristo e se crê (Jo 3.16-18,36). Fenômeno que ocorre numa existência (Ef 4.23-24; Cl 3.9-10; Tt 3.3-6; 1 Co 6.11).
João 9.2: E os seus discípulos lhe perguntaram: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Essa pergunta provaria que os apóstolos acreditavam na reencarnação.
Resposta Apologética:
Sejam quais tenham sido as idéias pessoais dos apóstolos acerca da reencarnação, é certo que longe estava Cristo de partilhá-las. Então respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mais foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus (Jo 9.3).
Esta resposta arrasa os alicerces de toda a construção reencarnacionista, baseada na opinião de que o pecado pessoal faz decorrer toda a infelicidade, todo sofrimento.
Há infelicidades e sofrimentos que Deus envia simplesmente para que sejam manifestas as obras de Deus.
Mateus 19.28-29: A reencarnação é extensiva a todos
Dizem os espíritas que não se deve acreditar seja a reencarnação privilégio exclusivo de alguns personagens eminentes, como Cristo, João ou Elias. E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
Porque Jesus, ao dizer cem vezes tanto, promete uma centena de mães. Que significa isto? Uma centena de nascimentos, uma centena de reencarnações, evidentemente.
Resposta Apologética:
O próprio Cristo responde a esta pergunta em Lucas 18.29-30: E Ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo Reino de Deus, que não haja de receber muito mais neste mundo, e na idade vindoura a vida eterna. Tudo nesta vida ou neste mundo. A vida e a vida eterna, que imediatamente se lhe seguirá – eis a existência do homem. Não sobra lugar para a reencarnação, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna (Mc 10.30). Ademais, a reencarnação, segundo confessam os mais ilustrados reencarnacionistas, de forma alguma vem a ser uma recompensa; ao contrário, é antes um castigo, uma vida dolorosa de purificações sucessivas.
Ora, os escritores Mateus, Marcos, Lucas e João registraram a vida de Jesus durante o seu ministério público e, então, importa confrontar os ensinos de Jesus com a doutrina da reencarnação para verificar-se se elas são compatíveis:
JESUS E A PLURALIDADE DE VIDAS TERRESTRES
Kardec procura justificar a doutrina da reencarnação afirmando que só mediante esse ensino é que se pode ter compreensão dos ensinos de Jesus exarados nos evangelhos e na própria Bíblia. Do contrário, fica tudo ininteligível e até irracional. Vejamos sua declaração:
Muitos pontos do evangelho, da Bíblia e dos escritos sagrados em geral, são ininteligíveis, muitos mesmo se nos afiguram irracionais por falta de uma chave, para se lhes conhecer o verdadeiro sentido. Ora, essa chave se acha inteiramente no espiritismo, conforme conheceram aqueles que o estudam seriamente e que melhor o reconhecerão mais tarde (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 536. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
RESUMO DA DOUTRINA REENCARNACIONISTA
A doutrina reencarnacionista pode ser assim sintetizada:
- Pluralidade de existências terrestres;
- Progresso permanente até à perfeição;
- Conquista da meta final por esforços próprios;
- Definitiva independência do corpo – espírito puro.
Devemos pesquisar se Jesus reconhecia a pluralidade de existências terrestres; o progresso permanente até à perfeição; conquista da meta final por esforços próprios; e, a vida do espírito definitivamente livre do corpo.
- Jesus ensinou a unicidade da vida terrestre e não a pluralidade de vidas terrestres.
Em Lc 23.39-43, vemos Jesus pregado na cruz e suspenso no meio de dois ladrões. Os dois tinham sido muito maus, tanto é que um deles faz sua confissão ao companheiro de crimes, dizendo: E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
Fosse Jesus reencarnacionista, não poderia ter falado assim.
Poderia quando muito dizer: É bom que tu te arrependas, pois o arrependimento é o primeiro passo para tornar-te um espírito puro. Mas não basta. Deves ter paciência contigo mesmo. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo. Tu cometeste muitos crimes e toda a falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída e que deverá ser paga. Já não podes fazê-lo nesta existência: terás de reencarnar mais vezes, deverás voltar a esta terra, em novo corpo, para expiar e resgatar teus crimes.
Paulo, fiel discípulo e, zeloso apóstolo de Cristo, nos assegura ter recebido seu Evangelho diretamente de Jesus (Gl 1.12). E ele escreveu: E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo (Hb 9.27). Morrerem uma vez, não muitas vezes, não um número indefinido de vezes: uma só vez.
- Jesus ensinou a existência de dois lugares finais e irreversíveis depois da morte e não progresso contínuo até à perfeição.
Em Lc 16.19-31, lemos a narrativa de Lázaro e do rico. São palavras de Cristo. Oferece-se a Jesus a oportunidade do que se segue imediatamente após a morte. Os dois morrem, tanto Lázaro, que foi levado pelos anjos para o seio de Abraão assim como o rico. No Hades, o rico se encontra em tormentos conscientes e pediu compaixão: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Abraão respondeu: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.
Fosse Jesus reencarnacionista, teria agora uma boa ocasião para insistir nesta doutrina: diria que a alma se desprende do corpo, permanecendo ainda por algum tempo em estado de perturbação e confusão; explicaria como ela readquire aos poucos um estado de consciência, como vai depois se perder na imensidão dos espaços, na erraticidade; como procura novas oportunidades para reencarnar.
Esse ensino de Jesus é paralelo ao que se encontra em Mt 7.13-14, quando Jesus falou de duas portas, dois caminhos e dois lugares finais e definitivos. Esse ensino é corroborado pela referência de Mt 25.34, 41,46.
- Jesus ensinou a nossa redenção por sua morte na cruz e não redenção por esforços próprios.
Enquanto a Bíblia aponta nossa redenção por meio de Jesus Cristo através de sua obra salvífica realizada em nosso favor no Calvário, o espiritismo anuncia: Fora da Caridade não existe Salvação. É o dogma central da doutrina espírita. Um dos mais eminentes escritores espíritas – Léon Denis – assim se pronuncia:
Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo. (“Cristianismo e Espiritismo”, p85, 7ª edição).
Para justificar tal ensino blasfemo, Léon Denis se vale da informação trazida pelos espíritos, aos milhares, em todos os pontos do mundo. É também o caso de Kardec que se baseia no ensino dos espíritos quando prega a reencarnação, dizendo:
A doutrina da reencarnação, que consiste em admitir para o homem muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à idéia da justiça de Deus com respeito aos homens de condição moral inferior, a única que pode explicar o nosso futuro e fundamentar as nossas esperanças, pois oferece-nos o meio de resgatarmos os nossos erros através de novas provas. A razão assim nos diz, e é o que os Espíritos nos ensinam (“O Livro dos Espíritos”, p. 84. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).
Ora, ora. Que espíritos seriam esses em todo o mundo que anunciam doutrina oposta à ensinada por Jesus? Lendo Mt 16.21-23, encontramos o seguinte relato: Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que, convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia. E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso. Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.
Satanás tinha sugerido a Pedro que Jesus jamais passasse pelo Calvário para redimir a humanidade pelo seu sangue. E quando os espíritos sugeriram a Léon Denis que nem o sangue de um Deus poderia resgatar ninguém, é de se notar que esses espíritos a que se refere esse escritor certamente são espíritos demoníacos que orientam os escritores espíritas a partir do codificador Allan Kardec. E Paulo declara que não é para se admirar que isso aconteça porque esses espíritos satânicos se transfiguram em anjos de luz: Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz (2 Co 11.13-14).
Podemos afirmar que jamais um cristão pode ser espírita, como também um espírita jamais poderá tornar-se um cristão. São francamente opostos em práticas e ensinos. O espiritismo é outro evangelho (Gl 1.8-9). O Evangelho verdadeiro está explicado por Paulo em 1 Co 15.3-4: Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi; que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
Essas palavras de Paulo são a repetição da profecia de Isaías com relação à obra resgatadora de Jesus: Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados (Is 53.4-5). É a mensagem central cristã. Nossa redenção por Cristo é a medula do evangelho bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos (Mt 20.28). O texto de João 3.16 é considerado a Bíblia em miniatura: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
- Jesus ensinou a ressurreição final de todos os homens. Ao contrário, o espiritismo ensina o estado final como espírito puro. Durante o seu ministério público Jesus ressuscitou algumas pessoas mencionadas nos evangelhos e, paralelamente, ensinou a ressurreição dos mortos, apontando que sua ressurreição era a base para a ressurreição dos seus seguidores. Não só isso apontou também um dia de juízo final em que todos os mortos irão ressuscitar corporalmente. Falando da sua ressurreição, afirmou: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus. Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo. Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito (Jo 2.19-22). Sobre a ressurreição universal, Ele diz: Não vos maravilheis disto: porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação (Jo 5.28-29). Diante do túmulo de Lázaro, Jesus declarou à irmã dele, Marta: Teu irmão há de ressuscitar. Disse-lhe Marta: Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá (Jo 11.23-25). Dois pontos devem ser apontados nesse diálogo de Jesus com Marta: primeiro, declarar que o irmão dela haveria de ressuscitar; segundo, ela falou da ressurreição do último dia e Jesus não rebateu sua afirmação, dado que estava conforme o seu ensino sobre a ressurreição em João 5.28-29.
Quando, pois, os espíritas nos ensinam outros caminhos, opostos ao que Jesus estabeleceu, será tão absolutamente impossível que, esses espíritos, sejam os inimigos de Jesus, os espíritos que a Bíblia chama de demônios? (2 Co 11.14-15; Ef 6.10-12; 1 Rs 22.21-22).
- Dragon, no Congresso Espírita Internacional realizado em Liège, Bélgica, de 26 a 29 de agosto de 1923, disse: A reencarnação tal como tem sido exposta até agora, não passa de teoria boba para criança de escola primária. (Citado no livro “Religião & Religiões – Perguntas que muita gente faz”, p. 139. Editora Santuário, 1997).
Extraído da Série Apologética do ICP