O DILEMA DA LUTA PELA ECONOMIA DA VIDA E A LUTA PELA VIDA DA ECONOMIA E O PAPEL DO CRISTÃO
1. Os que tem seus salários garantidos, e o conforto da segurança – lutam para que os não possuem garantias salariais para a vida, que literalmente vendem o almoço para comprar a janta, se isolem. Para eles, a vida econômica já está salva – ao menos por algum tempo, resta agora eles lutarem pela economia de suas próprias vidas, e especialmente dos seus idosos mais vulneráveis a esse vírus maldito. Nesse ponto, o ideal é >> Um país em luto, não adianta ter dinheiro!
2. Os que vendem o almoço para comprar a janta, não apenas por seu ramo autônomo, mas sua limitação salarial, sabem que não apenas o vírus pode matá-los, mas mais cedo e provável eles colocarão suas vidas em um estado terminal econômico que dificilmente poderão sobreviver sem com problemas emocionais, sociais, dívidas, e tantas outras coisas que lhes tirarão o sono, a paz, e o necessário para suas famílias. Nesse ponto, o ideal -Um país miserável, não vive!
3. Diante desse dilema as autoridades Brasileiras estão se batendo – quer por interesses políticos ou não, incendiado pela irresponsável mídia Brasileira, pela queda de braço dos interesses esquerdistas e capitalistas, libertinos e conservadores, anjos e demônios, etc. Nesse momento o interesse de ambos os lados, por mais que se busquem um equilíbrio, não o encontra adequadamente, pois não há equilíbrio financeiro e social no Brasil há séculos. Tal como você segurar uma bola de ping-pong na raquete, correndo em terreno irregular, uma hora um lado ou outro terá que inclinar para que a bolinha não caia do outro.
4. O que nós devemos, como cristãos, devemos fazer?
A) ORAR (Sl 116.1-7). Nossa única arma nesse momento é a oração, pedindo a Deus por um milagre, nas esferas envolvidas.
B) AJUDAR OS NECESSITADOS (Tg 2.14-17). Sim, a escassez será um grande problema para muitas famílias.
C) SERENIDADE. A paz de Cristo deve ser o norte de nossa vida no momento como esse. Apesar sempre usados como amuletos, as verdades do Salmo 23, 91, 121, e outras promessas, calibram bem nossa fé nesse momento.
D) NÃO ESTIMULAR ANARQUIA (Rm 13.1-5;I Pe 4.15). Podemos dizer o que achamos para certas pessoas, e em certos círculos, mas evitemos, como cristãos, conturbações sociais.
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Luciano Sena, Evangelista da IPB